Proposta de atualização do Super Simples será votada na próxima terça-feira, com a presença do ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos
Abnor Gondim / jornal DCI (Diário Comércio Indústria & Serviços), de São Paulo
BRASÍLIA – Um total de 447 mil micro e pequenas empresas vai pagar menor carga tributária no próximo ano, se for aprovada no Congresso Nacional e não sofrer veto presidencial a proposta de universalização do acesso ao Super Simples para todas as firmas com até R$ 3,6 milhões de faturamento anual.
Para a concessão do benefício, o governo federal terá uma renúncia de arrecadação de apenas R$ 900 milhões por ano, de acordo com a “Análise do Impacto da Universalização do Simples Nacional [nome oficial do Super Simples]”.
Atualmente, o regime tributário favorecido e desburocratizado do Super Simples só é acessível para micro e pequenas empresas da indústria e do comércio, com raras exceções no setor de serviços, a exemplo do que acontece com os escritórios de contabilidade.
O Super Simples é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos. Permite o pagamento dos seguintes impostos em uma única guia de recolhimento: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP).
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