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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Reforma elevará desconto previdenciário dos MEIs

O governo alega que somente em 2015 deixou de arrecadar R$ 1,3 bilhão com os MEIs, devido a alíquota reduzida
Martha Imenes e Max Leone / O Dia
27/06/2016

Depois da reforma da Previdência, o presidente interino Michel Temer quer apresentar propostas para mudar as relações trabalhistas e fiscais
Um dos itens previstos na reforma trabalhista que o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) vai propor ao Congresso Nacional é elevar a alíquota previdenciária do programa Micro Empreendedor Individual (MEI) dos atuais 5% para 11%, no ponto que trata do tema renúncias fiscais. O governo alega que somente em 2015 deixou de arrecadar R$ 1,3 bilhão com os MEIs, devido a alíquota reduzida.
Outra proposta é a que trata a regulamentação do direito de greve dos servidores públicos. Há também a que aborda negociações trabalhistas, com o objetivo de fazer prevalecer o negociado sobre o legislado.
A proposta de aumentar a alíquota do MEI foi vista com ressalva pela Firjan. “Elevar o imposto para o microempreendedor pode ter efeito negativo”, alerta Guilherme Mercês, economista-chefe da Firjan, para quem há risco de fechamento de microempresas. O conjunto de propostas para alterar as relações de trabalho e fiscais será apresentado logo assim que a reforma da Previdência, que o governo Temer também quer implementar, for sacramentada.As medidas em análise estão no mesmo documento em que constam as ideias para alterar as regras da aposentadoria do INSS. Foram elaboradas pela Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados (Conaf/CD) e pela Consultoria de Orçamento, Fiscalização e Controle do Senado Federal (Conorf/SF), conforme a coluna Aposentado do DIA publicou em 12 de junho.
Ao todo são 30 propostas, tanto para a Previdência quanto para as relações de trabalho e fiscais, e que visam equilibrar o orçamento da União já em 2016. As proposições, segundo o estudo, representam impacto de R$73,7 bilhões na Lei Orçamentária Anual (LOA) já este ano e de R$ 1,32 trilhão em dez anos.
De acordo com o documento, na área trabalhista “busca-se reduzir a rotatividade no mercado de trabalho, aumentar a produtividade e ter um modelo de relações de trabalho mais flexível, que dê instrumentos aos sindicatos, em momentos de crise, para negociar ajustes temporários que minimizem o desemprego”.
Fecomércio e Firjan defendem o fim da multa de 10% sobre o FGTS
A contribuição de 10% sobre o saldo do FGTS em demissões sem justa causa, que seria destinada para o programa Minha Casa, Minha Vida por quatro anos, que consta no relatório, foi duramente criticada por representantes da Fecomércio e da Firjan.
De acordo com as entidades representativas dos empresários, a multa deveria ser extinta e não redirecionada. Em caso de manutenção da taxa, o melhor era reverter para os trabalhadores e não para o governo, avaliam.
“A Fecomércio defende a extinção total da multa, que foi criada de forma temporária em 2001 com um objetivo e já não atende o designado inicialmente”, diz Natan Schiper, da Fecomércio. De acordo com a Firjan, a multa representa um custo adicional para as empresas de R$ 4 bilhões anuais. “O fim dela reduziria custos neste momento de crise”, avalia Guilherme Mercês, da Firjan.
Multa para aposentado pode acabar
A proposta do governo Temer também prevê a extinção da multa rescisória na demissão do trabalhador já aposentado. Pela proposta, quando esse empregado for demitido o empregador só terá que pagar multa de 40% sobre o saldo do FGTS referente ao período após a concessão da aposentadoria.
Na mesma linha, a multa de 10% sobre o saldo do fundo que o empresário paga ao demitir o funcionário — além dos 40% normais — seria vinculado ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida por um período de quatro anos. Depois, a cobrança dos 10% seria extinta.
O documento também descreve modificações no auxílio acidente da pessoa com deficiência. O objetivo é tornar o benefício, sem carência, um direito a qualquer trabalhador com deficiência moderada ou grave. A medida, segundo a proposta, reduziria a informalidade no país.
O levantamento das consultorias do Congresso também analisa a possibilidade de cobrança administrativa da Dívida Ativa da União. O governo viabilizaria esse ponto com a melhora dos instrumentos de cobrança judicial e administrativa. Com a medida o aumento de receita chegaria a R$ 17,7 bilhões somente em 2016, segundo o estudo.
Outro tópico trata da revitalização da loteria instantânea da Caixa Econômica Federal. As receitas seriam vinculadas à previdência dos servidores da União, estados e municípios, conforme o número de segurados.
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Comissão aprova projeto que permite a pequeno negócio com pendência fiscal participar de licitação


Comissão aprova projeto que permite a pequeno negócio com pendência fiscal participar de licitação
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou o Projeto de Lei Complementar269/16, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que permite à micro e pequena empresa com pendência fiscal questionada na Justiça participar de licitação. O benefício vale enquanto não tiver saído decisão judicial contra a empresa.
A Lei do Simples Nacional (Lei Complementar 123/06) exige que a empresa apresente documentação que comprove regularidade fiscal para participar de licitação. Para o relator na comissão, deputado Mauro Pereira (PMDB-RS), a contestação judicial de pendências fiscais fecha o mercado de compras públicas a pequenos e microempresários.
“O mercado das compras governamentais é de extrema importância para as pequenas e microempresas, dada a sua abrangência e dimensão. Estar alijada dele significa uma séria restrição”, disse na sessão de 15 de junho, quando o texto foi aprovado. O deputado Renato Molling (PP-RS) afirmou que o projeto não busca abonar quem está com débito. “Queremos que todos paguem seus impostos, mas não podemos penalizar quem tem direito de questionar”, afirmou.
Tramitação
A proposta tramita em regime de prioridade e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação (também no mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, o texto vai ao Plenário.
Íntegra do projeto - PLP-269/2016

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Senado deve votar revisão do Simples na próxima terça


Projeto pretende ampliar os limites de faturamento de empresas enquadradas no Super Simples
Por: Felipe Frazão, de Brasília/ Veja
8/06/2016 às 17:39 - Atualizado em 08/06/2016 às 17:39
A senadora Marta Suplicy explicou aos governadores e secretários de Fazenda as vantagens do projeto
Governadores de quatro Estados e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acertaram nesta quarta-feira um prazo para levar a votação até a próxima terça-feira o projeto de lei que amplia os limites de faturamento de empresas enquadradas no Super Simples.
Os governadores e seus respectivos secretários de Fazenda ficaram de avaliar e dar uma resposta até a próxima segunda sobre o posicionamento em relação ao projeto relatado pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP). A votação pode ocorrer na próxima terça-feira.
"A proposta do Senado é imediatamente votar essa matéria, que sem dúvida nenhuma pode ser o primeiro passo, com a atualização, para retomarmos o crescimento da economia e gerarmos emprego no Brasil", disse Renan Calheiros.
Participaram da reunião com Marta e Calheiros os governadores do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), de Alagoas, Renan Filho (PMDB), e de Sergipe, Jackson Barreto (PMDB). Também estavam presentes os secretários da Fazenda do Distrito Federal, Goiás, São Paulo e Maranhão. O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), chegou atrasado à audiência e conversou em separado com Calheiros.
Os governadores vão estudar como a ampliação dos limites do Simples podem ou não impactar na arrecadação de cada governo estadual. "Estou muito otimista de que faremos um bom acordo e teremos uma legislação que vai permitir ampliar os limites do Simples sem impactar as finanças do Estado, contribuindo para a retomada do crescimento e geração de empregos por parte das micro e pequenas empresas", disse Rollemberg.
O PLC 125 de 2015 muda o Regime Tributário do Simples Nacional. A senadora Marta Suplicy propôs que, com a nova lei, o limite para enquadramento no Simples passe de 3,6 milhões de reais para 4,8 milhões de reais. Para o Microempreendedor Individual, a alteração do limite de faturamento anual passaria dos atuais 60.000 reais para 72.000 reais. Se aprovada, a modificação na legislação terá impacto a partir de julho de 2017.
A redução de arrecadação total do Simples pode ser da ordem de 1,8 bilhão de reais quando comparada com a arrecadação de 2014, conforme previsão do projeto de lei.
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quarta-feira, 1 de junho de 2016

TCE e Sebrae firmam parceria para implantação de tecnologia solar


Técnicos do Centro Sebrae de Sustentabilidade vão fornecer consultorias, visando a elaboração de projeto para implantação de usina solar fotovoltaica no Tribunal de Contas do Estado de MT
Mato Grosso

CUIABÁ – O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE MT) e Sebrae em Mato Grosso firmaram parceira, na segunda-feira (30/5), para prestação de serviços de consultoria em tecnologia solar, visando a elaboração de diagnóstico e projeto de implantação de usina solar fotovoltaica no órgão. Esta é a primeira iniciativa de adesão do setor público mato-grossense à tecnologia solar.

Vanessa Brito
Presidente do TCE MT assina termo de parceria com o Sebrae MT para receber consultorias visando futura instalação de usina solar no órgão
Presidente do TCE MT assina termo de parceria com o Sebrae MT para receber consultorias visando futura instalação de usina solar no órgão

“É uma responsabilidade de gestão encontrar tecnologias que gerem redução de custos para o Tribunal de Contas e que sirvam como exemplo para a gestão pública e todos os gestores do estado, com objetivos econômicos e financeiros. Por este motivo, a parceria com o Sebrae em Mato Grosso é importante, pois vai permitir economizar nossos custos na área de energia. Mato Grosso é o quarto estado mais solar do Brasil e precisamos aproveitar esta característica, isto é, o sol como matéria-prima para produzir energia, emprego, renda e desenvolvimento sustentável local”, declarou Antonio Joaquim Moraes Rodrigues Neto, presidente do TCE MT.

Para o diretor superintendente do Sebrae MT, José Guilherme Barbosa Ribeiro, “a iniciativa do Tribunal de Contas de MT aborda não só a economia de custos, mas também sinaliza tendência como incrementador de macro políticas no estado. Quando o TCE toma uma decisão como esta, certamente está ditando uma política de desenvolvimento tecnológico em Mato Grosso”.
O Sebrae MT objetiva tornar MT  líder na implementação da energia fotovoltaica no país, junto com os esforços do governo estadual, da iniciativa privada, dos pequenos negócios e cidadãos em geral, segundo José Guilherme.
Referência
O Sebrae MT inaugurou duas micro usinas de energia fotovoltaica, na sexta-feira (20/5), que vão gerar 120 kWp (quilowatts-pico) para a instituição, tornando o Centro Sebrae de Sustentabilidade 100% autossuficiente e reduzindo o consumo de energia elétrica de sua sede em 30%.  O total gerado em um ano equivale ao consumo energético básico de mil casas populares, durante um mês.
As duas micro usinas solares também funcionam como unidade demonstrativa para pesquisas, visando atender e apoiar a implantação de sistemas de micro e minigeração de energia solar fotovoltaica em Mato Grosso. As variáveis que influenciam a geração de energia serão monitoradas e estudadas, entre elas a temperatura, umidade, insolação, indicadores de rendimento mensal, custos, entre outras.
Empregos e oportunidades
A tecnologia solar está gerando um novo setor produtivo no país, com oportunidades para negócios no segmento de instalação e manutenção dos sistemas e também com empregos e postos de trabalho. Para cada megawatt (MW) instalado, são gerados 30 empregos. Cada Gigawatt (GW), por sua vez, produz 30 mil empregos. Nos Estados Unidos, o número de empregos no setor cresceu 173%, de 2010 a 2015. A perspectiva é de que o custo de cada watt, que atualmente é de US$ 2,5, caia para R$ 1,5, até 2020.
No Brasil, este setor cresceu 40%, no ano passado, segundo Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), totalizando 1.675 sistemas instalados, que equivalem a 0,02% da matriz energética nacional. Em janeiro deste ano, foram instaladas 215 micro e mini usinas solares no país. A previsão é de que o setor crescerá 800%, em 2016.
Até 2020, 1,2 milhões de consumidores passarão a produzir a sua própria energia no Brasil, totalizando 4,5 GW  de potência. Até 2030, o Programa de Geração Distribuída de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia prevê que 2,7 milhões de consumidores estarão conectados ao sistema.
Em 2040, um terço da capacidade de geração de energias renováveis no país será solar fotovoltaica, o que corresponderá a seis (6) usinas Itaipu em funcionamento, conforme projeção da consultoria especializada Bloomberg New Energy Finance.
O Plano Nacional de Energia estima que 13% do consumo residencial de eletricidade serão fornecidos por painéis solares instalados nos telhados das residências brasileiras (78 GW)m até 2050.

terça-feira, 24 de maio de 2016

TCE e Sebrae se unem em defesa da regulamentação do Estatuto da Micro e Pequenas Empresas



Presidente do TCE-MT, conselheiro Antonio Joaquim, recebe visita do presidente
do Sebrae e o gerente da Unidade de Políticas Públicas, Roque Zacarias Licciardi
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Antonio Joaquim, anunciou nesta segunda-feira (23.05) que vai se reunir na próxima semana com o presidente do Sebrae-MT, José Guilherme Barbosa Ribeiro, e o presidente da Assembleia Legislativa, Guilherme Maluf, para discutirem a votação do projeto de regulamentação do Estatuto da Micro e Pequenas Empresas, junto aos deputados estaduais. "A lei precisa ser deliberada, pois trata-se de uma política pública de incentivo às pequenas empresas, as que mais geram empregos e renda", disse.
A agenda foi anunciada após reunião com o presidente do Sebrae e o gerente da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae-MT, Roque Zacarias Licciardi, na manhã desta segunda-feira, no gabinete da Presidência do TCE. "Num momento de crise econômica que o Brasil está passando, Mato Grosso precisa da aprovação da lei, que já foi encaminhada há quase seis meses pelo Governo do Estado à Assembleia Legislativa", comentou José Guilherme.
A política de compras públicas implantada pelo Tribunal de Contas, com exclusividade para as micro e pequenas empresas, foi bastante elogiada pelo dirigente do Sebrae, em Mato Grosso. Na semana passada foi realizado o primeiro pregão para aquisição de material gráfico, com lotes exclusivos, voltados para micro e pequenas empresas. Foram 30 itens divididos em 5 lotes, sendo que 3 foram disputados apenas por pequenas empresas. O mesmo será feito com a compra de material de expediente. Serão 17 lotes, com aproximadamente 250 itens, e lotes exclusivos para as pequenas empresas.


"Fizemos questão de agradecer ao presidente do TCE pela iniciativa de implantar a lei na prática, realizando licitações que possuem lotes especiais para as micro e pequenas empresas. Como sempre o Tribunal de Contas de Mato Grosso sai na frente, dando exemplo aosórgãos públicos mato-grossenses e a todos 
os tribunais de contas do país."
JOSÉ GUILHERME BARBOSA RIBEIRO
PRESIDENTE DO SEBRAE-MT


A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso, que nada mais é do que a regulamentação do Estatuto Nacional das Micro e Pequenas Empresas, deverá ter um tratamento diferenciado aos micro e pequenos empresários. Atualmente micro, pequenas, médias e grandes empresas são tratadas de maneira igual, pois Mato Grosso ainda é um dos únicos estados que não regulamentou o Estatuto Nacional. Antonio Joaquim lembrou que, desde a criação do Estatuto em 2006, a lei estadual já deveria ter sido criada. "Precisamos fazer um esforço conjunto com os deputados estaduais para que a lei seja efetivada e, com ela, será dado um grande impulso ao desenvolvimento regional. O que temos feito no TCE é não ficar só no discurso. Nossas compras estarão sempre considerando a participação dos pequenos empresários", disse.
 Empreendedorismo
Desde 2010, o TCE-MT e o Sebrae trabalham, em parceria, para a implantação da Lei 123/2006, nos municípios. Os Tribunais de Contas atuam na fiscalização e orientação dos gestores a respeito do cumprimento da legislação. O gestor que deixar de incluir a Lei Geral das MPE, nos editais de licitação, pode estar infringindo a lei. Para saber se os municípios estão cumprindo a legislação,os gestores públicos são obrigados a responder, por meio do sistema APLIC, do TCE-MT, as compras feitas através da LC 123/2006, que sofreu mudança em 2014, passando, agora, a determinar que as compras públicas até R$ 80 mil sejam destinadas à pequenas empresas.
Em 2013, ainda como presidente da Associação dos Tribunais de Contas do Brasil – Atricon, Antonio Joaquim promoveu ações e parcerias com o Sebrae Nacional. Foram realizados vários eventos, em nível nacional, denominados "Os Tribunais de Contas e o Desenvolvimento Local", direcionados para prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e servidores públicos. O objetivo foi tirar do papel e tornar realidade nos municípios a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas.











http://www.tce.mt.gov.br/conteudo/show/sid/73/cid/42144/t/TCE+e+Sebrae+se+unem+em+defesa+da+regulamenta%E7%E3o+do+Estatuto+da+Micro+e+Pequenas+Empresas#PhotoSwipe1464091884865

terça-feira, 17 de maio de 2016

DICAS DE VIAGEM, CONHEÇA NOBRES, A BONITO DO MATO GROSSO





A galera que curte ecoturismo, vai amar a cidade cheia de atrativos naturais!
Localizada a cerca de 140 quilômetros de Cuiabá, capital do estado, Nobres é mais um destino de ecoturismo do Centro-Oeste, que já conta com outros lugares requisitados, como a Chapada dos Guimarães, dos Veadeiros e a cidade de Bonito.
Com paisagens belíssimas, a cidade de Nobres, popularmente conhecida como a Bonito do Mato Grosso, é um convite para explorar tudo que a natureza tem do bom e do melhor.
Ao chegar lá, você poderá fazer os mais variados passeios ecológicos, dentre trilhas, mergulhos, rafting e muito mais. A cidade, que tem como slogan "Mais que bonito, é lindo", é um verdadeiro paraíso natural e imperdível!
Se você está planejando uma viagem a Nobres, não deixe de dar uma olhadinha nas nossas dicas!

ONDE FICAR:
A pequena cidade conta com algumas opções hoteleiras, simples e bem ajeitadinhas. Para quem vai passar o dia todo fora aproveitando a região, apenas uma bom colchão no fim do dia basta.
Dentre as opções, estão o Mangueiras, o Reino Encantando Lagoa Azul, o Bom Garden e o Rota das Águas. Esses dois últimos são considerados os melhores e mais indicados, pois contam com uma infraestrutura de primeira!

QUANDO IR:
A melhor época para ir ao Mato Grosso é entre os meses de abril e outubro. Nessas datas, o risco de chuva é bem menor. Mesmo o período de cheias não interfira tanto nas águas da região quanto nas do Pantanal, é preferível ficar de olho no tempo. Afinal, não custa nada!
Vale lembrar que nessa época a cidade enche bastante. Então, é preferível organizar tudo com antecedência!


ONDE COMER:
Como a cidade é pequena, as opções também não são muitas. Dentre os melhores restaurantes da cidade, estão o Chapolin , o Kabanas, o Panela de Barro e a Pizzaria Buriti. Lembrando, que você irá encontrar de tudo, mas a especialidade local são os peixes de água doce.

O QUE FAZER:
As principais atrações de Nobres estão localizadas no distrito de Bom Jardim, bem próximo da cidade! Veja elas, a seguir:
Aquário Encantado: Esse aquário natural de águas clarinhas é ideal para prática de flutuação e mergulho. Essa atração está localizada em uma fazenda que também oferece passeios em cavernas subaquáticas!
Balneário Estivado: A piscina natural, banhada pelo rio Estivado, conta com águas clarinhas e peixes sedentos por comida! Não perca a chance de alimentá-los!
Rio Triste: Nesse rio, que de triste não tem nada, você poderá nadar ao lado de arraias e peixes em águas cristalinas!
Cachoeira da Serra Azul: Localizada no município de Rosário Oeste, a cachoeira, com uma queda de 50 metros, desemboca em uma lagoa de águas claras super convidativa. É preciso pegar uma trilha, de dificuldade média, de cerca de 500 metros para chegar lá!
Duto do Quebó: Essa caverna é uma atração para quem não tem medo de escuro e nem de bichos! A caminhada de 286 metros é média e com água até os joelhos! Nela, você poderá observar estalactites, estalagmites e até morcegos!
Lagoa das Araras: A lagoa é dona do pôr do sol mais bonito de Nobres! Você não pode perder a chance de conhecê-la! Chegue cedo, por volta das 17, pois o lugar lota da gente!

fonte:
http://www.msn.com/pt-br/viagem/noticias/dicas-de-viagem-conhe%C3%A7a-nobres-a-bonito-do-mato-grosso/ar-BBt76FD?li=AAggXC1&ocid=mailsignoutmd#image=BBt7bw0|3

PELA WEB

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Conheça os Vencedores Nacionais do IX Prêmio Prefeito Sebrae Empreendedor


Foram premiados 12 prefeitos que investiram na melhoria do ambiente dos pequenos negócios entre 2015 e 2016
 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Portal do Desenvolvimento passará a enviar notícias pelo Whatsapp









Com objetivo de facilitar o acesso ao conteúdo sobre políticas públicas e desenvolvimento territorial, o Portal do Desenvolvimento passará a enviar conteúdo pelo aplicativo Whatsapp. A nova forma de interação começará na próxima segunda-feira, 9 de março.
Segundo o coordenador do Portal, Pedro Valadares, a ideia é levar a informação onde está o usuário. “Hoje em dia, o celular é a principal ferramenta de comunicação da maioria das pessoas. Assim, queremos que nossos usuários tenham nosso conteúdo na palma da mão”.
Receba os conteúdos
Para receber os conteúdos, basta clicar no link abaixo e seguir as instruções.
Pedro Valadares ressalta que, no primeiro momento, o Whatsapp funcionará apenas como uma ferramenta de distribuição de conteúdo. Assim, não serão respondidas mensagens que forem enviadas para o número.

http://www.portaldodesenvolvimento.org.br/portal-do-desenvolvimento-passara-a-enviar-noticias-pelo-whatsapp/

terça-feira, 3 de maio de 2016

Município fluminense lança tecnologia que comprova dados de alvará


Por meio do QR-Code, uma espécie de código de barras on line,  é possível constatar a validade da documentação do estabelecimento
Portal do Desenvolvimento Local
Brasília
02/05/16

Com o sistema QR-Code é possível verificar os dados do estabelecimento por meio de smarthphone
Com o sistema QR-Code,no canto superior direito,é possível verificar os dados do estabelecimento por meio de smarthphone


A partir de agora, todo cidadão de Cachoeiras de Macacu, município do interior do Rio de Janeiro, poderá ter conhecimento sobre a autenticidade de um alvará por
meio do QR-Code, uma espécie de código de barras on line. Após o lançamento da nova tecnologia, já foram expedidos 20 alvarás com a novidade, informa a Prefeitura.

Desde 2015, o município conta com um sistema de alvará totalmente online, com assinatura digital do secretário municipal de Fazenda e Desenvolvimento Econômico e do responsável pelo setor do Cadastro Mobiliário.  Em abril, foi disponibilizado aos consumidores e fiscalizadores essa tecnologia, que possibilita a confirmação online da veracidade do documento.
O QR-Code fica estampado no alvará e, após a decodificação, passa a ser um trecho de texto. Isso permite que qualquer pessoa que tenha um celular ou um tablet com internet possa acessar a todas as informações de um estabelecimento, e assim, pode contribuir para fiscalizar e inibir atividades ilícitas. A consulta é de graça.

Elizete Rangel, gerente de Formalização de Empresas, e Maria José Caldogno, coordenadora da Sala do Empreendedor
Elizete Rangel, gerente de Formalização de Empresas, e Maria José Caldogno, coordenadora da Sala do Empreendedor

Para isso, é preciso instalar o aplicativo que lê o código, focar o smartphone com o leitor e o sistema fará a validação.  O aplicativo do QR- Code pode ser baixado pelo Google play para celulares que possuem Androide ou qualquer outro semelhante baixado na internet. A escolha do aplicativo fica a critério de cada um.
Elizete Rangel, que é agente de desenvolvimento (AD) e gerente de Formalização de Empresas da Sala do Empreendedor de Cachoeiras de Macacu, disse ao Portal do Desenvolvimento Local que, antes desse avanço tecnológico, o município não tinha os sistemas sincronizados. Os avanços já garantiram à gerente o Prêmio Sebrae Agente de Desenvolvimento 2015 na categoria Melhor Gestão e Estruturação.
“Não existia Nota Fiscal Eletrônica, faltavam alguns dados quantitativos e qualitativos sobre as atividades econômicas existentes no território e a emissão do alvará era muito
Para conferir os dados do alvará, basta focar o celular na imagem do QR-Code
Para conferir os dados do alvará, basta focar o celular na imagem do QR-Code
lenta. Com isso, viu-se a necessidade de implantar um setor para a ordenação dos procedimentos de legalização de empresas e das ações fiscalizadoras”, relatou.
De acordo com a gerente, além da baixa arrecadação, existiam também os problemas enfrentados pela classe empresarial com os procedimentos administrativos e desconformes ocasionados pelo sistema  deficitário de informações sobre os processos. O contribuinte, por sua vez, tinha que percorrer todas as secretarias envolvidas.  Às vezes, quando um processo se perdia do controle do servidor, o próprio contribuinte via o risco de ter que começar tudo novamente do zero.
Havia também um quadro desordenado de atividades irregulares nas áreas públicas, como, por exemplo, os ambulantes, camelôs e atividades exercidas nas próprias residências sem autorização.
Informações padronizadas
Para a gerente, a falta da legalização dessas pessoas e das atividades informais refletia diretamente na insatisfação dos empresários e da própria população junto à Prefeitura.
“Existia, portanto, uma barreira bem comum para a abertura e acompanhamento dos processos de legalização: a falta do setor específico que oferecesse aos empreendedores informações  padronizadas”, enfatizou.
Com a simplificação do processo de abertura junto à Sala do Empreendedor, houve um aumento nas formalizações e a inserção definitiva de pequenos negócios no processo de desenvolvimento do município.
Agora, de acordo com a AD, todas as secretarias respondem  simultaneamente e o processo físico no  protocolo foi extinto. Atualmente só é liberado para pessoas físicas e/ou empresas abertas em cartóri).
No início, Elizete Rangel conta que houve resistência com a acessibilidade, mas atualmente o município de Cachoeiras de Macacu oferece aos empresários atendimento e tratamento personalizados, com  auxílios permanentes nas emissões de diversos documentos e esclarecimentos sobre suas atividades.
Alvará em 24 horas para baixo risco
Na Sala do Empreendedor, os contribuintes podem tirar dúvidas sobre o Sistema Integrado de Cadastro (Regin), que é um sistema criado para unificar e agilizar a constituição de empresas.
Esse sistema busca facilitar o processo de cadastro nos órgãos municipais, estaduais e federais. Além disso,  permite que o cidadão imprima o alvará de funcionamento para atividades de baixo risco, as taxas e o Certificado de Vigilância Sanitária em até 24 horas.
Todas as empresas devem fixar o alvará de funcionamento em um local visível. É ele que garante que o estabelecimento está autorizado a funcionar. Essa licença, expedida por uma autoridade administrativa, permite o exercício ou a prática de certas atividades, como um comércio ou uma construção.
Segundo a Prefeitura, para quem deseja ter um estabelecimento, é necessário fazer o Pedido de Viabilidade ou Consulta Prévia. Esse é o primeiro passo, onde o empresário vai poder verificar a viabilidade da implantação de sua empresa no município.
Esse pedido é preenchido na página da Junta Comercial ou da Prefeitura, encaminhado à Junta Comercial e para as entidades participantes, a exemplo de Prefeitura, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e outras entidades envolvidas no processo de registro de uma empresa. Feita a análise do documento, são identificadas as pendências e instruções que o empresário deve atender para implantação do seu negócio.
A Junta Comercial vai verificar se o nome empresarial atende a legislação vigente e se o objeto do Contrato Social está de acordo com os códigos de atividades econômicas informadas (CNAE).
Em seguida, a Secretaria da Fazenda Estadual verificará se há algum impedimento quanto ao quadro societário, ao grupo empresarial e aos administradores. Já a Prefeitura Municipal vai conferir, se o local escolhido para abertura da empresa permite esse tipo de negócio. O Corpo de Bombeiros e alvará sanitário também são consultados nesse momento.
Sala do Empreendedor
A Sala do Empreendedor de Cachoeiras de Macacu é um importante projeto para o desenvolvimento econômico e oferece os seguintes serviços:
  • Formalização;
  • Alteração Contratual do MEI;
  • Baixa Empresarial do MEI;
  • Declaração Anual do Simples Nacional – DANS – SIMEI;
  • Emissão de Guia para pagamento mensal (DAS);
  • Informações referentes à Nota Fiscal (Comércio e Serviço);
  • Emissão de Certidões de Regularidade Fiscal e Tributária;
  • Orientação sobre procedimentos necessários para regularização de registro e funcionamento, bem como situação fiscal e tributária das empresas;
  • Encaminhamento para cursos gratuitos;
  • Orientação sobre benefícios, facilidades e respectiva legislação para abertura, desenvolvimento e encerramento de empresas.
A Sala do Empreendedor funciona dentro da Prefeitura na Rua Oswaldo Aranha, nº 6- Centro- Cachoeiras de Macacu, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. email: adm.cachoeiras@gmail.com, telefone 021- 2649-4505 ramal 210.